Cultura no centro
Mais palcos, mais bandas, mais aulas de clarinete — mesmo que ninguém esteja pronto para a genialidade no primeiro ensaio.
Um candidato que entende de trabalho sob pressão, conhece a importância da cultura e já provou que consegue manter a pose mesmo cercado por caos, hambúrgueres e vizinhos barulhentos.
Porque liderança não é sorrir para todo mundo: é ter experiência, senso crítico e coragem para dizer “não” quando o plano parece ter sido escrito pelo Patrick.
Mais palcos, mais bandas, mais aulas de clarinete — mesmo que ninguém esteja pronto para a genialidade no primeiro ensaio.
Anos atendendo no Siri Cascudo ensinaram orçamento, paciência, fila, crise e a arte de sobreviver a reuniões impossíveis.
Praças mais tranquilas, vizinhanças respeitosas e políticas públicas contra barulho desnecessário antes das 10h.
Calçadas limpas, casas-abacaxi com limite de festas e incentivo à jardinagem submarina de bom gosto.
Se ele aguentou Bob Esponja e Patrick como vizinhos, aguenta debate, plenário, audiência pública e grupo de WhatsApp.
Não se vende por uma promoção de hambúrguer de siri. No máximo, negocia uma folga remunerada e um camarote no teatro.
Mapeamento de áreas de barulho crítico e criação de zonas de descanso, leitura e contemplação dramática.
Instrumento, professor e protetor auricular para familiares. Cultura com responsabilidade acústica.
Serviço público com fila clara, senha visível e menos “volto em cinco minutos” que viram quarenta.
Fim do urbanismo sem personalidade. Mais estátuas, mosaicos e casas que não pareçam acidentes de mergulho.
Lula Molusco para presidente do Fundo do Bikini — porque competência também pode ter cara de tédio.
Este site é uma paródia fictícia sobre Lula Molusco, personagem de desenho animado. Não é campanha real, não pede voto para candidato real e não possui vínculo com qualquer pessoa, partido ou eleição.